sábado, 24 de Outubro de 2009

Manneken Pis

Se um dia resolverem criar uma versão do manneken pis que, em vez de água, deite cera dos ouvidos, ofereço-me desde já para ser a dadora.

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

# mancos, pernetas e toureiros

Porque raio é que as pessoas mancas, pernetas e assim-assim têm a mania de se atravessar à frente dos carros fora das passadeiras? Será uma espécie de desafio à fraca probabilidade de serem abalroados por um camião duas vezes seguidas?

# Elders sem "h"

Será que os Elders usufruiram de um mega desconto de quantidade, quando compraram, por grosso, camisas brancas de manga curta, cujo stock durará para todo o sempre?

quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

# dia 3 no ginásio

O dia começou logo bem... quando me levantei da cama e quase caía sozinha e tive que me deslocar a mancar para a casa de banho.
Acho que levei uma tareia localizada (nos gémeos) de um grupo de anões.
Mesmo assim, fui treinar outra vez. Aposto que amanhã tenho um andar novo. À Zé-Pereira.

quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

# dia 2 no ginásio

Se apanho a pessoa que inventu a elíptica, dou-lhe um par de estalos.

terça-feira, 8 de Setembro de 2009

# dia 1 no ginásio

Descobri que afinal a linha que divide a natação sincronizada da hidroginástica não é assim tão ténue.

segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

# o senhor do elevador

E enquanto espero que me saia o primeiro prémio do euromilhões, e me imagino na penthouse do hotel mais luxuoso do Dubai, vou andando de vez em quando em elevadores pouco luxuosos, em que andam pessoas que por vezes usam after-shave daqueles que já não se fazem.
Hoje vi um senhor que tinha o cabelo penteado em ondas, fazendo lembrar a fadista Marisa, mas numa versão de quem-já-não-lava-o-cabelo-há-mais-de-quinze-dias.
A parte de trás era um pouco mais longa e fazia lembrar alguém dos anos 80.
Não consegui fixar o olhar no cabelo, porque ele clicava insistentemente nos botões do elevador, com umas unhas grandes como as de um canário gigante, mas pretas nas pontas, como as de uma toupeira.
E tinha um golpe no dedo, com sangue seco à volta, que contrastava com o preto do lixo que se tinha entranhado na ferida.
Cheguei a casa e lavei as mãos mais de dez vezes, e de cada uma destas vezes, mais de 20 segundos, porque agora com esta história da gripe A, temos que lavar as mãos mais de 20 segundos, em movimentos estranhos, como se estivéssemos a tentar arrancar os polegares, ou a rodá-los até partir os ossos, como se arrancam as coxas de um frango assado quando não temos guardanapos. Será que a gripe A entra pelos buraquinhos que as agulhas da acupunctura deixam?